quinta-feira, 28 de abril de 2016

Ansiedade, uma ameaça à nossa vida

´

Você é uma pessoa ansiosa? A ansiedade tem tomado conta da sua vida nos últimos dias? Você é daquilo tipo de gente, que vive roendo as unhas? Antecipando os problemas? Os problemas ainda estão longe e você pensa que eles estão batendo à sua porta? 

Sofrendo antes dos problemas e até criando problemas? Você sofre pensando no que vai comer, no que vai vestir? Onde vai morar? Onde vai trabalhar? Onde seu filho vai estudar? Como vai ser sua aposentadoria? E se você ficar doente? E se alguém da sua família morrer?

A ansiedade é o mal deste século. Atinge a homens e mulheres, jovens e velhos, doutores e analfabetos, religiosos e ateus. As pessoas andam com os nervos à flor da pele. São como um vulcão prestes e entrar em erupção. São como um barril de pólvora prontas para explodir.
As causas de ansiedade:
a. Ameaça – Tem muita gente ansiosa pela ameaça de uma doença. Ficam ansiosas só em pensar em ficar doentes. Outras têm medo de morrer. Ficam perturbadas só em pensar em morrer. Um amigo meu chorava muito e eu lhe perguntei: Por que você está chorando? Eu tenho medo de perder minha mãe? Ela está doente? Não, mas eu choro só em pensar que um dia ela vai morrer. Outras sentem-se ameaçadas pelo medo da solidão. Outras sentem-se inseguras de perder o emprego.
b. Medo – O medo é mais do que um sentimento, é um espírito (2 Tm 1:7). Medo de não casar, medo casar e medo de divorciar; medo da vida e medo da morte; medo da solidão e medo da multidão; medo do hoje e medo do amanhã; medo do conhecido e medo do desconhecido.
4. Há vários efeitos da ansiedade:
a. Reações Físicas – Mais de 50% das doenças são psicossomáticas. As pessoas estão buscando uma paz química. Vivemos o hoje o império do calmantes. As pessoas dormem um sono artificial. A Bíblia diz que “o ânimo sereno é a vida do corpo” (Pv 14:30).
b. Reações Espirituais – A ansiedade nos afasta de Deus. Onde começa a ansiedade termina a fé. A ansiedade é o útero onde é gestada a incredulidade.
O QUE NÃO É ANSIEDADE?
1. Não é desprezar as necessidades do corpo – Jesus nos ensinou a orar: “O pão nosso de cada dia dá-nos hoje”. Mas, o mundo está adotando um conceito reducionista, degrando o homem ao nível dos animais. Parece que o bem estar físico é o único objetivo da vida.
2. Não é proibir a previdência quanto ao futuro – A Bíblia aprova o trabalho previdente da formiga. Também os passarinhos fazem provisão para o futuro, construíndo ninhos e alimetando os filhotes. Muitos migram para climas mais quentes antes do inverno. O que Jesus proíbe não é a previdência, mas a preocupação ansiosa. O apóstolo Paulo aconselha: “Não andeis ansiosos de coisa alguma…” (Fp 4:6-7). O apóstolo Pedro exorta: “Lançai sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós” (1 Pe 5:7).
3. Não é estar isento de ganhar a própria vida – Não podemos esperar o sustento de Deus assentados, de braços cruzados, dizendo preguiçosamente MEU PAI CELESTE PROVERÁ. Temos de trabalhar. Cristo usou o exemplo das aves e das plantas: ambos trabalham. Os pássaros buscam o alimento que Deus proveu na natureza. As plantas extraem do solo e do sol o seu sustento.
4. Não é estar isento de dificuldades – Estar livre de ansiedade e estar livre de dificuldades não é a mesma coisa. Embora Deus vista a erva do campo, não impede que ela seja cortada e queimada. Embora Deus nos alimente, ele não nos isenta de aflições e apertos, inclusive financeiros.
O QUE É ANSIEDADE?
1. A ansiedade é destrutiva 
A palavra ansiedade (v. 22) significa RASGAR. A palavra inquietação (v. 29) signica CONSTANTE SUSPENSE.
 Essas duas palavras eram usadas para descrever um navio surrado pelos ventos fortes e pelas ondas encapeladas de uma tempestade. A palavra ansiedade vem de uma velha palavra anglo-saxônica que significa ESTRANGULAR. Ela puxa em direção oposta. Gera uma esquizofrenia existencial. Corrie Ten Boon disse que a ansiedade não esvazia o amanhã do seu sofrimento, ela esvazia o hoje do seu poder.

Ansiedade é ser crucificado entre dois ladrões:
 1) O ladrão do remorço em relação ao passado e
 2) O ladrão da preocupação em relação ao futuro – O apóstolo Paulo venceu esses dois ladrões da alegria: “Esquecendo-me das coisa que para trás ficaram….Não andeis ansiosos de coisa alguma…”.
2. A ansiedade é enganadora
A ansidade tem o poder de criar um problema que não existe – Muitas vezes sofremos não por um problema real, mas um problema fictício, gerado pela nossa própria mente perturbada. Os discípulos olharam para Jesus andando sobre as águas, vindo para socorrê-los e cheios de medo pensaram que ele era um fantasma.
A ansiedade tem o poder de aumentar os problemas e diminuir nossa capacidade de resolvê-los – Uma pessoa ansiosa olha para uma casa de cupim e pensa que está diante de uma montanha intransponível. As pessoas ansiosos são como os espias de Israel, só enxergam gigantes de dificuldades à sua frente e vêem a si mesmos como gafanhotos. Davi e os soldados de Saul. Todos vêem o gigante, Davi olha a vitória. Geazi olhou os inimigos e ficou com medo, Eliseu olhou com outros olhos.
A ansiedade tem o poder de tirar os nossos olhos de Deus e colocá-los nas circunstâncias – A ansiedade é um ato de incredulidade, de falta de confiança em Deus. Onde começa a ansiedade termina a fé.
A ansiedade tem o poder de tirar os nossos olhos da eternidade e colocá-los apenas nas coisas temporais – Uma pessoa ansiosa restringe a vida apenas ao corpo e às necessidades físicas. Jesus disse que aqueles que fazem provisão apenas para o corpo e não para a alma são loucos. John Rockefeller disse que o homem mais pobre é aquele que só tem dinheiro.
3. A ansiedade é inútil – v. 25
Côvado aqui não se refere a estatura (45 cm), mas prolongar a vida, dilatar a vida. A preocupação, segundo Jesus, ao invés de alongar a vida, pode muito bem encurtá-la. A ansiedade nos mata pouco a pouco. Ela rouba nossas forças, mata nossos sonhos, mina a nossa saúde, enfraquece a nossa fé, tira a nossa confiança em Deus e nos empurra para uma vida menos do que cristã.
Os hospitais e as sepultas estão cheios de pessoas ansiosas. A ansiedade mata! O sentido da palavra ansiedade é estrangular, é puxar em direções opostas. Quando estamos ansiosos teimamos em tomar as rédeas da nossa vida e tirá-las das mãos de Deus.
A ansiedade nos leva a perder a alegria do hoje por causa do medo do amanhã. As pessoas se preocupam com exames, emprego, casas, saúde, namoro, empreendimentos, dinheiro, casamento, investimentos… mas os temores e as preocupações muitas vezes jamais acontecerão. A ansiedade é incompatível com o bom senso. É uma perda de tempo. Precisamos viver um dia de cada vez. Devemos planejar o futuro, mas vivermos ansiosos por causa dele.
Preocupar com o amanhã não nos ajuda nem amanhã nem hoje. Se alguma coisa nos rouba as forças hoje, significa que vamos estar mais fracos amanhã. Significa que vamos sofrer desnecessariamente se o problema não chegar a acontecer e vamos sofrer duplamente se ele chegar.
4. A ansiedade é cega – v. 23
A ansiedade é uma falsa visão da vida, de si mesmo e de Deus. A ansiedade nos leva a crer que a vida é feita só daquilo que comemos e vestimos. Nós ficamos tão preocupados com os meios que nos esquecemos do fim da vida, que é glorificar a Deus.
A ansiedade não nos deixa ver a obra da providência de Deus na criação. Deus alimenta as aves do céu. Os corvos não semeiam, não colhem, não têm despensa (provisão para uma semana) nem celeiro (provisão para um ano).
Vejamos alguns dos argumentos de Jesus contra a ansiedade:
Do maior para o menor. Se Deus nos deu um corpo com vida e se o nosso corpo é mais do que o alimenta e as vestes, ele nos dará alimentos e vestes – v. 22-23 – Deus é o responsável pela nossa vida e pelo nosso corpo. Se Deus cuida do maior (nosso corpo), não podemos confiar nele para cuidar do menor (nosso alimento e nossas vestes?)
Do menor para o maior. As aves e as flores como exemplo – v. 24,27 – Martinho Lutero disse que Jesus está fazendo das aves nossos professores e mestres. O mais frágil pardal se transforma em teólogo e pregador para o mais sábio dos homens, dizendo: Eu prefiro estar na cozinha do Senhor. Ele fez todas as coisas. Ele sabe das minhas necessidades e me sustenta. Os lírios se vestem com maior glória que Salomão. Valemos mais que as aves e os lírios. Se Deus alimenta as aves e veste os lírios do campo, não cuidará ele de seus filhos? O problema não é o pequeno poder de Deus; o problema é a nossa pequena fé (v. 28).
5. A ansiedade é incrédula – v. 30
A ansiedade nos torna menos do que cristãos. Ela é incompatível com a fé cristã. Ela nos assemelha aos pagãos. A ansiedade não é cristã. Ela é gerada no ventre da incredulidade, ela é pecado.
Quando ficamos ansiosos com respeito ao que comer, ao que vestir e coisas semelhantes nós estamos vivendo num nível inferior aos dos animais e das plantas. Toda a natureza depende de Deus e Deus jamais falha. Somente os homens quando julgam depender do dinheiro se preocupam e o dinheiro sempre falha.
Como nós podemos encorajar as pessoas a colocarem a sua confiança em Deus com respeito ao céu, se nós não confiamos em Deus nem em relação às coisas da terra. Um crente ansioso é uma contradição. A ansiedade é o oposto da fé. É uma incoerência pregar a fé e viver a ansiedade.
Peter Marshall diz que as úlceras não deveriam se tornar o emblema da nossa fé. Mas geralmente, elas se tornam!
A ansiedade nos leva a perder o testemunho cristão. Jesus está dizendo que a ansiedade é característica dos gentios e dos pagãos, daqueles que não conhecem a Deus. Mas um filho de Deus, tem convicção do amor de Deus e do cuidado de Deus (Rm 8:31-32).
COMO VENCER A ANSIEDADE
1. Saber que Deus é nosso Pai e ele conhece todas as nossas necessidades – v. 30
Vencemos a ansiedade quando confiamos em Deus (v. 28). A fé é o antídoto para a ansiedade. Deus nos conhece. Ele nos ama. Ele é o nosso Pai. Ele sabe do que temos necessidade. Se pedirmos um pão, ele não nos dará uma pedra; se pedirmos um peixe, ele não nos dará uma cobra. Nele vivemos e nele existimos. Ele é o Deus que nos criou. Ele é o Deus que nos mantém a vida. Ele nos protege, nos livra, nos guarda, nos sustenta.
O apóstolo nos ensinou a vencer a ansiedade orando a Deus (Fp 4:6-7). A ansiedade é um pensamento errado e um sentimento errado. Quando olhamos para a vida na perspectiva de Deus, a nossa mente é guardada pela paz de Deus. Quando alimentamos nossos sentimentos com a verdade de que Deus conhece as nossas necessidades e as supre, então a paz de Deus guarda o nosso coração.
A paz é uma sentinela que guarda a cidadela da nossa alma.
Saiba que o nosso Deus é o Jeová Roí, Jeová Jirá, Jeová Shalom, Jeová Shamá, Jeová Rafá, Jeová Nissi. Ele cuida de nós. Exemplo: George Muller e o orfanato sustentado pela fé.
2. Saber que Deus já se agradou em nos dar o seu Reino – v. 32
Devemos saber que Deus já nos deu coisas mais importantes do que bens materiais. Deus já nos deu tudo. Ele nos deu o seu Filho. Deu-nos a salvação. Deu-nos o seu Reino. Nós somos ovelhas do seu rebanho, filhos da sua família, servos do seu Reino. Se ele já nos deu o maior, não nos daria o menor. “Aquele que não poupou ao seu próprio Filho, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Rm 8:32).
Deus nos amou com amor eterno. Ele nos enviou seu Filho unigênito. Ele provou o seu amor por nós quando enviou o seu Filho para morrer em nosso lugar, para nos dar o Reino.
3. Saber que quando cuidamos das coisas de Deus, ele cuida das nossas necessidades – v. 31
Aqui temos uma ordem e uma promessa. A ordem é buscar o governo de Deus, a vontade de Deus, o reinado de Deus em nossos corações em primeiro lugar. Deus e não nós, deve ocupar o topo da nossa agenda. Os interesses de Deus e não os nossos devem ocupar a mente e o nosso coração. Somos desafios a buscar o governo e o domínio de Cristo em todas as áreas da nossa vida: casamento, lar, família, vida profissional, lazer.
A promessa é que quando cuidamos das coisas de Deus, ele cuida das nossas necessidades. “Todas as essas coisas vos serão acrescentadas”. Ele faz hora extra em favor dos seus filhos. Ele trabalha em favor daqueles que nele confiam.
4. Saber que devemos mudar o rumo dos nossos investimentos – v. 33-34
O nosso problema não é a busca do prazer, mas o contentamento com um prazer muito pequeno. Deus deve ser o nosso maior prazer. Nada menos do que Deus e seu Reino devem ocupar a nossa mente e o nosso coração. O nosso problema não é fazer investimentos, mas fazer investimentos errados. Somos desafiados a buscar uma riqueza que não perece. A ajuntar tesouros não na terra. A colocarmos nosso dinheiro, nossos bens, nossa vida a serviço de Deus e do seu Reino, em vez de vivermos ansiosos ajuntando tesouros para nós mesmos.
No Reino de Deus você tem o que você dá e perde o que você retém. No Reino de Deus há ricos pobres e pobres ricos. A grande questão é onde está o nosso tesouro. Se ele estiver nas coisas, então iremos fazer um investimento errado e vivermos ansiosos. Mas o nosso tesouro estiver no céu, no Reino de Deus, então, buscaremos esse Reino em primeiro lugar e viveremos livres de ansiedade para nos alegrarmos em Deus e deleitarmo-nos nele para sempre.
Este artigo foi escrito por Pr. Hernandes em 4 de outubro de 2013 com adaptações do texto.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Quando Deus escolhe um líder


Moisés fornece um maravilhoso estudo de caso de como Deus chama um líder dentre uma multidão para realizar uma tarefa
Continuado a série de liderança Cristã, espero seu comentários sobre artigos relevantes para líderes.

(Êx 2.11—4.20)
1. Deus dá ao líder um investimento emocional no trabalho.

Moisés alimentava a idéia de libertar os hebreus da escravidão mesmo antes de Deus chamá-lo para a tarefa.

2. Deus afirma o líder através de outros.

Quando Moisés contou a Jetro a respeito do encontro que teve com Deus na sarça ardente, seu sogro o afirmou.

3. Deus dá mentores ao líder.

Moisés pediu e recebeu ajuda de Jetro, Arão e outros.

4. Deus constrói sobre os pontos fortes, as experiências e o histórico do líder.

Deus usou tudo que se encontrava no histórico de Moisés para ajudá-lo a cumprir a sua vocação:
a educação refinada que recebera no Egito; seu conhecimento de Faraó; sua compreensão do Egito; e o tempo que passou no deserto.

5. Deus, muitas vezes, purifica o caráter do líder no anonimato.

Moisés recebeu "educação teológica" durante 40 anos no deserto.

6. Deus instila no líder o valor do trabalho duro. 

Moisés pode não ter trabalhado muito no palácio do Egito, mas aprendeu o valor do trabalho no deserto!

7. Deus ampara o líder com uma visão poderosa. 

Moisés captou a visão da Terra Prometida muito antes do que os escravos hebreus.

8. Deus traz outros na companhia do líder para compensar as fraquezas dele.

Moisés contou com a ajuda de Arão como seu porta-voz, de Josué como general e de Hur como apoiador de batalhas.



Desculpas para não liderar.

A maioria de nós pode listar desculpas por que não lideramos com eficiência, assim como Moisés o fez. Quando Deus o chamou, imediatamente pensou em cinco razões por que não poderia liderar.

Primeira desculpa: Quem sou eu? (Êx 3.11)

Moisés lutava com sua identidade. Não se sentia qualificado; pensou que Deus havia escolhido o líder errado.A resposta de Deus: Não importa quem você é. Estou com você. (Êx 3.12)

Segunda desculpa: Quem é você? (Êx 3.13)

Moisés sentiu falta de intimidade. Não conhecia Deus suficientemente bem para descrevê-lo ao povo, e faltavam-lhe convicções sobre o seu relacionamento com Deus. A resposta de Deus: Eu Sou o que Sou. Eu Sou sempre presente. Eu Sou tudo que você precisa. (Êx 3.14)

 Terceira desculpa: Se eles não ouvirem?

(Êx 4.1) Moisés sentiu-se intimidado. Preocupou-se com a reação que o povo teria para com ele. A resposta de Deus: Quando eu terminar, eles ouvirão. (Êx 4.2-9)

Quarta desculpa: Eu nunca fui bom orador. (Êx 4.10)

Moisés lamentou-se das suas fragilidades. Quem lhe daria ouvidos se não falava bem? A resposta de Deus: Adivinha quem fez a sua boca? (Êx 4.11-12)

Quinta desculpa: Sei que pode encontrar outro. (Êx 4.13)

Moisés sentiu-se inferior. Comparou-se com outros, mesmo com o seu irmão, e julgou-se incapaz. A resposta de Deus: OK, vou deixar que Arão vá com você... Mas mesmo assim, estou chamando você para ir. (Êx 4.14)

Fonte:THE MAXWELL LEADERSHIP BIBLE ©2002 Maxwell Motivation, Inc. Publicada por Thomas Nelson Publishers

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Como recrutar voluntários ? - Série Liderança Cristã


Nesta pequena série de estudos iremos abordar diferentes aspecto de um líder cristão, com artigos de forma pratica e objeticva de renomados mestres em liderança cristã que possamos aprender e melhorar nossa liderança qual nosso maior exemplo é Jesus Cristo, Carecemos urgentemente de lideres conforme o coração de Cristo para guiar a igreja e instituições cristãs ou não.

Espero seu comentário e opinião no decorrer desta série. começando como recrutar voluntários?


(At 15.32-35)
Judas e Silas, que eram profetas, falaram muito com os irmãos, dando-lhes assim ânimo e força.33Eles passaram algum tempo ali, e depois os irmãos, fazendo votos de boa viagem, os mandaram de volta para aqueles que os tinham enviado. 34[Porém Silas achou melhor ficar ali.] 35Mas Paulo e Barnabé ficaram algum tempo em Antioquia. Eles e muitos outros cristãos ensinavam e anunciavam a palavra do Senhor.

Organizações mantidas por meio de voluntários requerem liderança muito maior sobre o grupo. Tais organizações precisam de bons líderes, porque o único incentivo que os voluntários têm vem da visão de sua liderança. Essas organizações não pagam salários, não oferecem benefícios nem ostentação.

Na verdade, apenas uma pequena percentagem dos voluntários realmente trabalha. Em muitas igrejas, cerca de vinte por cento das pessoas fazem oitenta por cento do trabalho. Por que isso ocorre? Por que mais pessoas não se envolvem?

1. Ninguém lhes pediu nada.
Com receio de se intrometerem em território alheio, eles esperam ser convidados para ajudar.

2. Elas têm medo de assumir responsabilidades.
Receosos de que sejam cobrados a se comprometerem além do que desejam ou podem, eles hesitam em fazer alguma coisa.

3. Elas sofrem com experiências passadas.
Tendo passado de "pilares" para "meros ouvintes", elas sentem a necessidade de descansar e de serem alimentados.

4. Eles se sentem intimidadas por obreiros atuais.
"Pilares" que não estão abertos para mudanças acabam por manterem os outros inúteis.

5. Elas desconhecem as diretrizes bíblicas para o ministério.
Muitas igrejas não estabelecem um padrão para o sacerdócio dos crentes ou para a verdade exposta em Ef 4.11-12.

6. Elas estão muito preocupadas com seus próprios compromissos e ocupações.
A maioria das pessoas se esquiva de novas tarefas por causa de compromissos que já assumiram, e as coisas que podem ser feitas depois perdem para as que precisam ser feitas agora.

7. Elas se sentem despreparadas, mal equipadas ou desprovidas de dons.
Muitas pessoas, equivocadamente, pensam que apenas pessoas que têm certos dons e são treinadas podem servir e, visto que não têm estes dons especiais ou não foram treinadas, elas não estão qualificados para servir.

8. Elas não têm consciência das opções de trabalho que lhes estão disponíveis.
A maioria dos líderes, erroneamente, pensa que as pessoas sabem das vastas possibilidades de serviços que estão à sua disposição.

9. Elas não se "apropriaram" da causa.
Muitas pessoas só aceitam participar do ministério se elas puderem ter a visão de todo o quadro da missão. 10. Elas são egoístas, preguiçosas ou indiferentes.

Algumas não vão se envolver, simplesmente porque não se preocupam com nada mais além de si mesmas.

Dessa forma, o que pode ser feito para mobilizar voluntários? 

Tente o seguinte:
1. Agende entrevistas com novos membros para expor-lhes as oportunidades;

2. Ofereça treinamento para cada cargo ou função; dê modelo de como servir;

3. Associe os dons espirituais com as oportunidades de trabalho;

4. Seguidamente, anuncie as opções de serviço disponíveis;

5. Faça o envolvimento no ministério partir do processo de recepção de membros;

6. Crie vários níveis de responsabilidades para os novos membros, que se sentem apreensivos;

7. Ensine e exponha a visão do sacerdócio universal dos crentes; todos têm um dom com o qual podem participar;

8. Desenvolva séries de compromissos realistas para que as pessoas possam dividir as responsabilidades;

9. Promova o rodízio entre os líderes, tanto quanto possível, para criar espaço para novas pessoas;

10. Seguidamente, elogie servos simples que acabam fazendo diferença.

THE MAXWELL LEADERSHIP BIBLE ©2002 Maxwell Motivation, Inc. Arno Bessel, 
Publicada por Thomas Nelson Publishers

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Jigsaw Worlds - ADS



Jigsaw Worlds é um jogo temático originais quebra-cabeças com centenas de imagens seleccionadas e temas frescos para escolher.

Se você é fã de Quebra cabeça, este é o aplicativo para você. Escolha entre nossos mundos temáticos diferentes e solucione lindas imagens selecionadas para cada tema. Mantenha o controle do tempo que você está gastando em cada quebra-cabeça. Escolha o seu nível de dificuldade preferido e desbloqueei outros quebra-cabeças como você progride no jogo.
Em Jigsaw Worlds você pode visitar mundos piratas, viajar para a África, ou mesmo de viagem no tempo para um mundo de estilo quebra-cabeça vitoriana.
Resolver os quebra-cabeças enquanto você ouve música ambiente suave e conforto selecionado para facilitar a sua concentração.
Características:
- Centenas de imagens de alta resolução, especialmente selecionados por tema.
- Novos quebra-cabeças e mundos a cada semana
- 3 níveis de dificuldade diferentes
- Guarde o seu progresso em cada quebra-cabeça, individualmente, para que possa jogar vários puzzles ao mesmo tempo
- Mostrar os quebra-cabeças que você concluiu a seus amigos.
English
Jigsaw Worlds is an original themed jigsaw puzzles game with hundreds of selected pictures and cool themes to choose from.
If you are a jigsaw fan, this is the app for you. Choose from our different themed worlds and solve the beatiful pictures we have selected specially for each theme. Keep track of the time you've been spending in each puzzle. Choose your level of difficulty preferred and unlock other puzzles as you progress in the game.
In Jigsaw Worlds you can visit Pirates worlds, travel to Africa in a beatiful adventure, or even time-travel to a Victorian style puzzle world.
Solve the puzzles while you listen to soft and comfort ambient music selected to facilitate your concentration.
Features:
- Hundreds of high resolution pictures, specially selected by theme.
- New jigsaw puzzles and worlds every week
- 3 different difficulty levels
- Save your progress in each puzzle individually, so you can play several puzzles at the same time
- Show the puzzles you have completed to your friends.

O que diz a Bíblia a respeito de tatuagens e piercings?



A lei do Velho Testamento ordenou aos israelitas: “Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. Eu sou o Senhor” (Levítico 19:28). Portanto, apesar de não estarem os crentes sob a lei do Velho Testamento nos dias de hoje (Romanos 10:4; Gálatas 3:23-25; Efésios 2:15), o fato de ter havido um uma ordem contra tatuagens deveria nos fazer pensar sobre a questão. O Novo Testamento não faz menção sobre os crentes fazerem ou não tatuagem.

Em relação às tatuagens e piercings, um bom teste é determinar se podemos ou não, com honestidade e sã consciência, pedir a Deus que abençoe e use esta atividade particular para Seus bons propósitos. “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (I Coríntios 10:31). A Bíblia não se coloca condenando tatuagens ou piercings, mas também não nos dá razão alguma para crermos que Deus nos deixaria fazê-los.

Outra questão a considerar é o recato. A Bíblia nos instrui ao recato no vestir (I Timóteo 2:9). Um aspecto do vestir recatadamente é nos certificarmos de que cada parte que precisa ser coberta com roupas está adequadamente vestida. Entretanto, o significado essencial do recato é não chamar atenção para si mesmo. As pessoas que se vestem com recato o fazem de maneira tal que jamais chamam atenção para si mesmas. Tatuagens e piercings, com certeza, são chamativos. Neste sentido, as tatuagens e piercings não são recatados.

Um princípio importante das Escrituras a respeito de casos sobre os quais a Bíblia não lida especificamente é que, se há dúvidas se isto agrada ou não a Deus, então é melhor não fazê-lo. “Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado” (Romanos 14:23). 

Precisamos ter em mente que nossos corpos, assim como nossas almas, foram redimidos e pertencem a Deus. Apesar de não se aplicar diretamente a tatuagens e piercings, I Coríntios 6:19-20 nos dá um princípio: “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.” Esta grande verdade deve sempre pesar no que fazemos e até onde podemos ir em relação a nossos corpos. Se nossos corpos pertencem a Deus, deveremos sempre nos certificar de que temos Sua clara “permissão” antes de neles deixarmos “marcas” com tatuagens e piercings.

Fonte: GotQuestions escute o áudio 

Brasil pode ser próximo alvo do Estado Islâmico

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) afirmou, nesta quarta-feira (13), que o perfil utilizado no Twitter para ameaçar o Brasil realmente pertence a um dos terroristas do Estado Islâmico.
A mensagem postada em novembro de 2015 colocava nosso país com um dos próximos alvos dos terroristas que haviam atacada a França.
“Brasil, vocês são nosso próximo alvo. Podemos atacar esse país de m*”, escreveu Maxime Hauchard, um jihadista que sempre aparece nos vídeos de decapitação de sírios.
A Abin confirmou que a conta no Twitter era verdadeira e era administrada pelo terrorista. A conta já foi deletada pelo microblog.

O diretor de Contraterrorismo da Abin, Luiz Alberto Sallaberry, comunicou que há seguidores do EI no Brasil. “Monitoramos e percebemos que o perfil realmente era do Maxime, um dos líderes do Estado Islâmico. A partir do momento da postagem houve uma maior intensidade nos discursos de agressividade dos autoproclamados seguidores do grupo terrorista no Brasil”.
A afirmação foi dada durante a Feira Internacional de Segurança que acontece no Rio de Janeiro. Sallaberry explicou que Maxime é uma espécie de garoto-propaganda do Estado Islâmico e o segundo na linha de comando de decapitadores.
A Abin ainda alerta para o crescimento do número de pessoas que estão no Brasil, jurando lealdade ao califado do EI. “Quando uma pessoa faz o juramento ao califado e se torna autoproclamado ela está disposta a cometer qualquer atentado violento em nome do grupo. A ordem não precisa ser presencial, pode ser via internet”, disse Sallaberry.
Por conta disso, a Agência está preocupada com os possíveis ataques dos chamados “lobos solitários” durante a Olímpiada no Rio de Janeiro. As preocupações são voltadas para as delegações dos Estados Unidos e Canadá que, pela classificação da Abin, estão com “nível muito alto” para ataques. Já a delegação brasileira está com o nível “alto”.
A agência já monitora as pessoas no Brasil que estão associadas ao terrorismo e já conseguiu levantar a identificação delas. “Posso dizer que são de origem salafista sunita, comunidade que está ligada ao Estado Islâmico. Não estou dizendo que vai acontecer um atentado. Estou dizendo que é a primeira vez que a probabilidade aumentou sobremaneira no nosso país”, afirmou o diretor da agência. Com informações IG

sexta-feira, 8 de abril de 2016

6 Perguntas que você deve fazer antes de casar com alguém

A escolha de alguém com quem iremos casar é uma das decisões mais importantes da vida, por isso devemos levá-la a sério, com muita oração, reflexão e planejamento. Quando eu era solteiro, eu costumava perguntar aos meus amigos evangélicos casados, como é que eles sabiam que estavam se casando com a pessoa certa. E para minha surpresa, muitos diziam a mesma coisa: "Ah, quando você está com a pessoa enviada por Deus, você sente uma paz diferente. Você sabe que será feliz com ela". E hoje, com dois anos de casado, eu consigo entender o que eles diziam. Realmente, Deus colocou paz no meu coração e da Thaís quando estávamos nos conhecendo e orando juntos. Porém, acredito que mais do que isso, devemos observar outros fatores de uma forma mais "racional", para termos a certeza de que estamos tomando a decisão certa. Afinal, Deus nos deu o livre arbítrio e precisamos decidir se realmente queremos passar a vida toda ao lado de tal pessoa, e isso Deus não fará por nós! Por isso escrevi abaixo uma lista de seis perguntas que acredito que cada um deve fazer antes de casar:

1) Eu realmente gosto dessa pessoa?

Eu sei que pode parecer uma pergunta redundante, mas não é. Muitos casais dizem que "amam" um ao outro, mas quando os sentimentos românticos passam, não existe nenhuma amizade no relacionamento. Casar com alguém que você não tem uma amizade forte, prazerosa, eu acredito que seja um casamento destinado ao fracasso. Não basta casar com alguém que você ama e admira, você precisa gostar de estar junto com ela, conversar, sair, curtir etc.

2) Eu sou atraído(a) apenas por sua aparência?

A atração física é sem dúvida muito importante, pois você não vai querer estar com alguém que não acha bonito(a), vai? Não precisa necessariamente ser bonito(a) para os outros, mas para você tem que ser! Porém, você deve entender que um dia seus olhos não verão a mesma coisa. Essa menina "gata" ou o cara "bonitão" que você está olhando agora, vão parecer muito diferentes em 40 anos e você precisa ter certeza de que você é atraído por quem a pessoa é, e não apenas como ela se parece.

3) Eu quero essa pessoa como pai ou mãe dos meus filhos?

Antes de casar, você não precisa se perguntar: "Eu quero que meus filhos se pareçam com ele(a)?" Em vez disso, pergunte-se: "Será que eu quero que meus filhos sejam como ele(a)?" Muitos se iludem, querendo arrumar alguém com ótima genética e aparência física, para terem filhos bonitos e saudáveis, mas se esquecem de analisar o caráter e valores, que são o que realmente fazem a diferença na vida dos filhos.

4) Eu posso ser eu mesmo quando estou perto dessa pessoa?

Esta é uma pergunta importantíssima! Se você sente que precisa ser outra pessoa quando está com seu companheiro, então não se case! Nada é mais desgastante do que fingir ser alguém, só para agradar o outro. Seu companheiro deve gostar das coisas boas que há em você, mas nunca tentar mudar quem você é. Você pode e deve mudar maus hábitos, mas sua personalidade jamais!

5) Essa pessoa fortalece a minha fé?

Como cristão, eu acredito que o projeto de Deus para o casamento é que o marido e a esposa se unam colocando Cristo no centro de tudo. Sem Ele não existe fundamento, e com isso o casamento acabará desmoronando. Você deve casar com alguém que não só compartilha a sua fé, mas também fortalece a sua fé. Seu cônjuge deve trazer você para mais perto de Jesus e não arrastá-lo(a) para mais longe.

6) Essa pessoa estará comigo em qualquer situação?

Vivemos em um mundo onde as pessoas gostam de abandonar qualquer coisa que começa a ficar difícil. Porém, a base de um casamento não são os sentimentos, pois eles mudam... mas é o compromisso, que nunca muda. Quando você diz "sim", você está dizendo: "Eu topo enfrentar qualquer barreira ao seu lado. Eu estarei com você nos altos e baixos da vida". Por isso analise a reação do seu(a) namorado(a) ou noivo(a) quando a situação "aperta" e veja se ele(a) está disposto a ficar com você haja o que houver.
Se você encontrar alguém que passe no teste destas perguntas, e se estiver disposto(a) a fazer o mesmo por ele(a), então eu acredito que vocês serão realmente felizes para sempre! Orem juntos, planejem juntos e sigam em frente confiando em Deus!

terça-feira, 5 de abril de 2016

Acaso, Cristo está dividido?


“E foram para Jerusalém. Entrando ele no templo, passou a expulsar os que ali vendiam e compravam; derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas”. (Mc 11.15)


Vivemos dias difíceis e estranhos! Como as coisas ficarão, só o tempo dirá, mas eu tenho certeza de algo: tudo está debaixo da soberania de Deus. Ele ainda está no controle e dirige o coração dos governantes. A sua vontade irá se cumprir, e nada mudará isso.

Num momento de tantas incertezas, precisamos nos firmar nas certezas que temos. Como um discípulo de Jesus, toda a minha perspectiva precisa começar na Palavra de Deus e ser guiada por ela. Infelizmente parece que isso está faltando em nosso meio. O que precisa aflorar é a nossa indignação santa, bíblica, contra o pecado e suas consequências. Precisamos ser uma voz profética no meio do nosso povo, sim, mas não aproveitar a situação para atacar nossos irmãos e aquilo que a gente não gosta.

Quando Jesus reagiu aos mercadores do templo, ele se indignou e agiu contra aquele mal, mas ele não propôs uma “revolução” no templo. Ele poderia ter levado o povo a destruir os sacerdotes, reformar toda a adoração e o sistema religioso. Ele não fez isso. Ele acabou com toda a perversão comercial, opressora, corrupta que estava acontecendo no templo. Ele não utilizou a situação para expor seus interesses pessoais e atacar aqueles líderes religiosos que em poucos dias iriam entregá-lo às autoridades romanas (e quando isso aconteceu, Jesus foi claro com Pilatos: a autoridade que você tem vem de Deus, não o contrário).

Tenho visto muito ataque à chamada Missão Integral, inclusive por pessoas que já se utilizaram dela – e ainda a utilizam. Tudo em nome de uma posição política. Me parece que estamos perdendo o foco do problema. Nós estamos mostrando que somos divididos e que ainda não entendemos o Evangelho. Por questões pessoais, estamos denegrindo a igreja brasileira que ainda acreditamos estar fiel.

O Evangelho todo para o homem todo, para todos os homens. É uma definição bíblica de missão e quem crê na Bíblia como Palavra de Deus dificilmente irá negar isso. Sou calvinista, de uma igreja reformada histórica e percebo que essa visão, da “Missio Dei”, do evangelho integral, do engajamento social, o próprio Calvino já cria e praticava tudo isso há quase 500 anos! Nada de novo debaixo dos céus. Há, sim, aplicações e implicações diferentes para tempos e contextos diferentes, mas a teologia é a mesma. Muda-se o nome, a essência continua.

Cada um tem uma perspectiva, interpretação e ação próprias. Somos diferentes! E por mais incrível que pareça, isso é celebrado na Bíblia! Paulo diz: “Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4.10). Deus nos fez diferentes, e agimos de maneira diferente, debaixo da graça que ele nos concedeu. Não preciso concordar com tudo, mas não posso desrespeitar nem denegrir um irmão meu, alguém por quem Jesus morreu, reconheceu que era pecador e agora serve ao nosso Senhor, mesmo que de forma diferente da minha.

Estamos ferindo tantos mandamentos da Palavra de Deus que fico sem saber por onde começar. As redes sociais estão se transformando em arenas de batalha entre cristãos e estamos, na verdade, reproduzindo aquilo que os nossos irmãos coríntios fizeram. Só posso fazer a mesma pergunta de Paulo: “Acaso, Cristo está dividido?” (1 Co 1.13)
Se não deixarmos de lado nossas diferenças e não nos unirmos para lutar pela justiça no nosso país, nós já perdemos a guerra. Lembra? “Nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Ef 6.12).

Jesus orou por unidade:

“Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste” (Jo 17.20-21).

Não haverá transformação em nosso país enquanto não mudarmos nossas atitudes como Corpo de Cristo. Creio que, como cristãos, não deveríamos estar divididos entre “verde amarelo” e “vermelho”. Deveríamos nos vestir de pano de saco e clamar a Deus por misericórdia! Que a gente reconheça o nosso pecado e busque a Deus de todo o coração. Que nos unamos como servos do Rei dos Reis e lutemos pelo Reino de Deus e toda a sua justiça. Assim, vamos, não só transformar esse país, mas seremos instrumentos para a cura das nações.

Que Deus tenha misericórdia de nós e do nosso país!

• Marcos Napoli é pastor e missionário. Atualmente, trabalha como obreiro de jovens na Igreja Presbiteriana de Viçosa (MG).
Fonte: Ultimato

quinta-feira, 31 de março de 2016

Últimos dias no Deserto - Novo filme fala sobre Jesus no deserto


Ewan McGregor foi escalado para viver Jesus em "Últimos dias no Deserto".

Na esteira do sucesso de produções recentes com a temática bíblica, a produtora Broad Green Pictures apresenta seu novo filme, “Últimos dias no Deserto”, focado na passagem de Jesus pelo deserto e nas tentações que sofreu.
Ewan McGregor é o ator escalado para viver Jesus e o Diabo no filme, fato que surpreende.
Ao Entertainment Weekly, o ator declarou: “Você pode ver o demônio como Diabo. Ou, talvez, pode vê-lo como um outro lado de Yeshua [Jesus em hebraico], uma personificação de suas dúvidas. Ele está lá testando-o para tentar sugerir que seu pai não o ama, que seu pai não está interessado em sua luta”.
No filme, Jesus é tentado pelo mal enquanto viaja sozinho pelo deserto e precisa desafiar seu próprio destino enquanto uma família tenta sobreviver no deserto.
Tye Sheridan, Ciarán Hinds e Ayelet Zure também estão no elenco. E a direção ficou a cargo de Rodrigo Garcia.
A escolha de Ewan McGregor para os papéis principais engrandece o filme, que tem potencial para  se destacar ainda mais que outras recentes obras que também exploraram a vida de Jesus, tais como “O Jovem Messias” e “Ressureição”.
Um dos personagens mais conhecidos do ator é Obi-Wan Kenoni, o jedi que treinou Anakin Skywalker (posteriormente Darh Vader) na segunda trilogia da saga “Star Wars”.
O primeiro trailer de “Últimos dias no Deserto” foi lançado nos EUA. O filme estreará nos cinemas americanos em 13 de maio e ainda não data prevista para chegar ao Brasil. 
Com informações do Christian Post via GospelPrime
Trailer 

quinta-feira, 17 de março de 2016

Por que a ressurreição de Jesus Cristo é tão importante?




A ressurreição de Cristo é importante por vários motivos. Primeiro, é um testemunho do imenso poder de Deus. Acreditar na ressurreição é acreditar em Deus. Se Deus realmente existe, e se Ele criou o universo e tem poder sobre o mesmo, então Ele tem poder de ressuscitar os mortos. Se Ele não tem tal poder, Ele não é um Deus digno de nossa fé e louvor. Apenas Aquele que criou a vida pode ressuscitá-la depois da morte; só Ele pode reverter o horror que a morte é, e só Ele pode remover o aguilhão que é a morte e a vitória que pertence ao túmulo. Ao ressuscitar Cristo dos mortos, Deus nos faz lembrar de Sua absoluta soberania sobre a morte e vida.

Segundo, a ressurreição de Jesus é um testemunho da ressurreição de seres humanos, que é uma doutrina básica da fé Cristã. Ao contrário de outras religiões, o Cristianismo possui um fundador que transcende a morte e promete que os Seus seguidores farão o mesmo. Todas as outras (falsas) religiões foram fundadas por homens e profetas cujo fim foi o túmulo. Como Cristãos, podemos nos confortar com o fato de que Deus Se tornou homem, morreu pelos nossos pecados, foi morto e ressuscitou no terceiro dia. O túmulo não podia segurá-lO. Ele vive hoje e se senta à direita do Pai no Céu. A igreja viva tem um Cabeça vivo!

Em 1 Coríntios 15, Paulo explica em detalhe a importância da ressurreição de Cristo. Alguns em Corinto não acreditavam na ressurreição dos mortos, e nesse capítulo Paulo lista seis consequências desastrosas se a ressurreição nunca tivesse ocorrido: 1) pregar sobre Cristo seria em vão (v.14); 2) fé em Cristo seria em vão (v.14); 3) todas as testemunhas e pregadores da ressurreição seriam mentirosos (v.15); 4) ninguém poderia ser redimido do pecado (v.17); 5) todos os Cristãos que dormiam teriam perecido (v.18); e 6) Cristãos seriam os mais infelizes de todos os homens (v.19). Mas Cristo realmente ressuscitou dos mortos e é “as primícias dos que dormem” (v.20), assegurando-nos de que vamos segui-lO na ressurreição.

A inspirada Palavra de Deus garante a ressurreição do crente na vinda de Cristo para o Seu Corpo (a Igreja) durante o arrebatamento. Tal esperança e segurança são ilustradas em uma grande canção de triunfo que Paulo escreve em 1 Coríntios 15:55: “Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” Como é que esses versículos se relacionam com a importância da Ressurreição? Paulo responde: “o vosso trabalho não é vão” (v.58). Ele nos lembra que por sabermos que vamos ser ressuscitados a uma nova vida, podemos sofrer perseguição e perigo pela causa de Cristo (v.29-31), assim como Ele o fez, e assim como milhares de mártires por toda a história, que de bom grado trocaram suas vidas terrenas por vida eterna através da ressurreição.

A Ressurreição é a vitória triunfante e gloriosa para todo o crente em Jesus Cristo, pois Ele morreu, foi enterrado e ressuscitou no terceiro dia de acordo com as Escrituras. E Ele voltará! Os mortos em Cristo vão ser ressuscitados, e aqueles que permanecem vivos na Sua vinda vão ser transformados e receber corpos novos e glorificados (1 Tessalonicenses 4:13-18). Por que a ressurreição de Cristo é tão importante? Por ter demonstrado que Deus aceitou o sacrifício de Jesus a nosso favor. Ela prova que Deus tem o poder de nos ressuscitar dos mortos. Ela garante que aqueles que acreditam em Cristo não vão permanecer mortos, mas serão ressuscitados à vida eterna. Essa é a nossa abençoada esperança!

Fonte: GOTQUESTIONS

quarta-feira, 16 de março de 2016

Batismo acontece em mesmo local aonde cristãos foram decapitados


O missionário Shahid (nome trocado por questões de segurança), é um exemplo de como Deus está transformando as vidas nas regiões mais afetadas pelo fundamentalismo islâmico. A maior parte do Oriente Médio e do Norte da África é habitada por comunidades muçulmanas.

Em entrevista ao programa cristão Leading The Way, apresentado pelo Dr. Joseph Youssef, um ex-muçulmano que se tornou pastor, Shahid contou que nasceu e cresceu na Líbia. Sempre foi um muçulmano devoto e desde muito cedo frequentava a escola corânica.

Dedicou-se a estudar incessantemente por 14 anos o Alcorão, tornou-se um especialista em jurisprudência islâmica. Contudo, confessa que quanto mais se aprofundava nas leis muçulmanas, mais ficava desiludido com elas.

Aos poucos ele foi sendo tomado por sérias dúvidas e procurou se aconselhar com amigos e familiares. A maioria simplesmente lhe dizia para não questionar a fé. “Disseram que existe um verso no Alcorão exigindo que os muçulmanos não procurem respostas sobre algumas questões. Eles sabem que essas coisas poderiam prejudicá-los”, lembra.

Após relutar com perguntas sem respostas, acabou abandonando o Islã e se tornou ateu. Porém, ficou curioso sobre o cristianismo ao conhecer o Kingdom SAT. Este canal do ministério Leading The Way transmite 24 horas por dia programas cristãos que podem ser vistos em todo o mundo muçulmano.
Decidiu procurar secretamente cristãos no Líbano e na Jordânia. Acabou se convertendo. “Eu aprendi sobre quem é Jesus e a vida cristã. Estudamos como viver com Cristo, ter comunhão com Ele, e como fazer parte da igreja”.

Após meses de intenso estudo bíblico, Shahid foi batizado. Entendendo o profundo amor de Deus, passou anunciar as boas novas do Evangelho. “Eu não poderia manter minha boca fechada. Precisava compartilhar Jesus com os outros”, conta.

Por causa do seu testemunho e pregação, Shahid levou muitos muçulmanos a Jesus. Cerca de dois anos após ter se convertido, já havia plantado 11 igrejas em diferentes lugares do Norte da África e na Europa.

Recentemente, foi divulgada uma foto que possui um profundo significado. Shahid batizou muçulmanos convertidos na mesma praia da Líbia onde 21 cristãos coptas foram decapitadospor jihadistas do Estado Islâmico em fevereiro de 2015.

O Dr. Michael Youssef, fundador e presidente do Way, explica que testemunhos como o de Shahid e muitos outros ex-muçulmanos convertidos devem trazer esperança e inspiração para o corpo de Cristo em todo o mundo. 

Com informações de Charisma News, via Gospel Prime

quinta-feira, 10 de março de 2016

Ressurreição o Filme - Lançamento dia 17 de Março

Há menos de um mês para a estreia nacional do filme Ressurreição (17/03), líderes cristãos comentam a importância do tema abordado pelo longa como uma forma de lembrar a importância e significado do sacrifício de Jesus na Cruz.
Além disso, eles destacam o fato de outras produções que já apresentaram os fatos descritos na narrativa bíblica sobre a crucificação e ressurreição de Cristo pelo olhar dos apóstolos ou de Jesus, mas nunca sob o olhar do perseguidor romano, o que torna o longa inédito nas telonas.
“É excelente ter um filme como esse em cartaz. Ressurreição conta uma história verídica ontem e hoje que vai impactar muitas vidas, com certeza!”, afirma Russell Sheed, doutor em teologia com pós-doutorado em Novo Testamento.
No filme, Clavius (Joseph Fiennes), um poderoso militar romano, e seu assistente Lucius (Tom Felton), recebem a missão de desvendar o mistério sobre o que aconteceu com Jesus nas semanas após a crucificação, com o objetivo de desmentir os rumores sobre o ressurgimento do Messias e impedir uma rebelião em Jerusalém.
A produção tem um visual espetacular, cenas de ação viscerais e abordagem de mistério de série de investigação policial, que pretende ressoar entre os espectadores cristãos e incrédulos de uma forma impactante.
Enquanto se mantém fiel aos ensinamentos do Novo Testamento, Ressurreição conserva um tom atual e, ao mesmo tempo, a sensibilidade para mostrar os conflitos de um homem incrédulo ao se deparar com o inexplicável.
Um dos produtores do filme, Mickey Liddel disse que “sempre quis contar uma história como essa, que parece um grande filme de Hollywood, mas quero que os cristãos que irão assistir ao filme se sintam representados de forma correta”.
O pastor Flávio Valvassoura, da Igreja do Nazareno de Campinas, São Paulo, enfatiza ao dizer que “esse filme traz a verdadeira e extraordinária mensagem do evangelho que nos motiva, e, baseia nossa fé na vida de Cristo em nós. Recomendo a todos”.
Distribuído pela Sony Pictures, Ressurreição será lançado nos cinemas do país, há apenas dez dias da Páscoa, uma data na qual os cristãos celebram a ressurreição de Cristo.
Segundo, o Pr. Paulo Corrêa Junior, da Assembleia de Deus de Santos e Deputado Estadual em São Paulo na área de Assistência Social e Religiosa, “essa história será contata em um momento muito importante, próximo a semana santa, uma época linda. O filme esclarece a ressurreição e, para aqueles que tem dúvida, devem assistir. Irão se surpreender”.
Nessa produção, os exibidores abrirão ao público a possibilidade de fazer reservas de salas de projeções para grupos, com valores especiais. Nesse caso é preciso entrar em contato no e-mailvendagrupos@spe.sony.com.

Veja aqui o trailer Legendado


Fonte:GospelPrime