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Compaixão e Amor - O sentimento do Missionário

 
Raramente, os pais cristãos brasileiros desejam para seus filhos a carreira ministerial de missionário, pois subsiste a ideia, segundo Antonia Leonora Van Der Meer, uma catedrática de missões, de que o missionário é “mártir, mendigo e maluco”. 
Poderíamos acrescentar ainda que muitos o consideram um ignorante. Alguns líderes contestam o investimento no projeto Uniasia, que contempla a graduação e pós-graduação universitária na Ásia como estratégia para evangelizar os estudantes em países "restritos ou fechados”.
Quando alguém escolhe a carreira ministerial transcultural, é enfaticamente desencorajado pelos pastores, amigos crentes e familiares. Imediatamente, os mais próximos mostram outras áreas onde ele possa servir, normalmente dentro da igreja local. Se ele persistir na visão missionária encontrará o apoio necessário para que possa prosseguir no ministério, isso ocasiona muitas desistências. 
Essa ideia é do tempo do Egito antigo onde o faraó disse que deveria adorar aqui, e quando o povo insistiu sair, sua resposta foi que não deveria ir longe. Devido a insistência o faraó respondeu que poderiam ir somente os homens ficando as crianças e as mulheres, pois sabia que a geração morreria se não voltasse, isto devido não poderem procriar. É por isso que a Bíblia condena o relacionamento entre os do mesmo sexo. A insistência foi tamanha que o faraó permitiu a saída, mas disse que não poderiam levar o gado, isto é, os recursos para sobrevivência, mas a resposta de Moisés foi que não ficaria nenhuma unha. O paralelo hodierno é de que se o missionário insistir então a maioria dos líderes eclesiásticos corta o suprimento com o objetivo de deixar morrer a visão e ou o candidato, isto sem nenhuma compaixão.
Persiste a ideia de que o missionário é um ET ao escolher tal carreira, pois ele vai para os lugares onde ocorrem desastres, fomes, pestes, desgraças, calamidade e onde o povo é oprimido. A maioria dos crentes foge de tais situações desconfortáveis. Há razões para lhes ser imposto tal estereótipo, pois os desafios os motiva para ir aos lugares e situações mais perigosas, age como uma andorinha na expectativa de reverter os quadros tristes. 
O apóstolo Paulo ao ver a fome que assolava a igreja na Judeia rodou o mundo da época para sanear tal situação, além de ir aos lugares mais difíceis e perigosos. Jesus ao ver a multidão sofredora chorou! Esse sentimento de compaixão e amor pelos que sofrem e estão perdidos é inerente à vida do missionário.

Por David Botelho via facebook

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