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    quarta-feira, 1 de julho de 2020

    Ciclone em Santa Catarina e os sinais do Fim

    Chuva forte e ventos de mais de 100 km/h atingiram municípios catarinenses. Segundo o governo do estado, ao menos três pessoas morreram. A tempestade foi provocada por um fenômeno conhecido como ciclone bomba. Também houve estragos no Paraná e no Rio Grande do Sul.





    Em Mateus 24:7, a palavra grega traduzida como “terremotos” é seismos, da qual deriva palavras portuguesas como “sismologia”, referindo-se ao estudo dos sismos. O Dicionário de Strong define como “uma comoção, ou seja, (do ar) um vendaval, (do solo) um tremor — terremoto, tempestade” (termo nº. 4578). Então seismos tem um significado mais amplo do que apenas tremor de terra. Por exemplo, Mateus 8 registra como uma violenta tempestade alcançou Jesus e seus discípulos no Mar da Galileia, ameaçando virar o barco e afogá-los até que Jesus milagrosamente acalmou os ventos e as ondas. A palavra usada no versículo 24 para esta tempestade poderosa é seismos, aqui traduzido como “tempestade.” Assim, vemos que seismos também pode se referir a tempestades violentas e não se limita estritamente a terremotos. Quando Jesus predisse “fomes, pestes e terremotos em vários lugares”, Suas palavras englobam catástrofes naturais que incluem os terremotos, mas também podem aplicar-se a furacões, ciclones, tornados e outros, como tempestades mortais, grandes chuvadas, granizo, inundações e tsunamis. Como vimos com o furacão Katrina, estas tempestades podem ser extremamente destrutivas. O Katrina deixou mais de mil e duzentos mortos e causou prejuízos materiais estimados em duzentos bilhões de dólares, sem contar as perdas econômicas com o petróleo, o transporte e a produção de gás, a pesca e a agricultura. Nova Orleans, devastada pela tempestade, levará décadas para se recuperar totalmente — se recuperar-se. Um furacão como o Katrina, que atingiu a força de categoria 5 antes de enfraquecer-se, pode produzir ventos superiores a 250 km/h e levar adiante dele uma parede de água de cinco metros ou mais, danificando praticamente qualquer coisa que esteja em seu caminho. Igualmente o terremoto no Japão em 2011, produziu um tsunami com ondas de 10 metros, causando um desastre nuclear em Fukushima e perdas económicas no Japão que também levará décadas a recuperar, se recuperar nesta era. Essas catástrofes naturais estão aumentado como Jesus predisse?
    A edição de 16 de setembro de 2005 da revista Science traz uma reportagem da pesquisa de cientistas do Instituto de Tecnologia da Geórgia e do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica. Eles concluíram que, embora o número total de furacões e ciclones não tenham aumentado, tem havido “um aumento acentuado nos últimos trinta e cinco anos de ciclones tropicais de categorias 4 e 5, as tempestades mais intensas que causam maior danos ao alcançar terra firme” (Richard Kerr, “O Katrina é um prenúncio de furacões ainda mais poderosos?”,  p. 1807).
    Especificamente, a frequência de tempestades da categoria mais perigosa e prejudicial — classe 4 e 5 — aumentaram oitenta por cento desde 1970 até a última década.
    Isso certamente deveria nos fazer parar para pensar. Depois, na mesma profecia de Jesus Cristo, conforme registrado em Lucas 21:25-28, Ele diz: “E haverá sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e, na terra, angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas; homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo…

    “E, então, verão vir o Filho do Homem numa nuvem, com poder e grande glória. Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima”.


    Fonte: Twitter, Boa Nova




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